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Taquarembó e Jaguari são temas de reportagem da ZH

Foi publicada na edição de 30 de dezembro de 2011, do jornal Zero Hora, na coluna da jornalista Rosane de Oliveira, uma matéria sobre a importância das barragens Taquarembó e Jaguari. Rosane destacou que se as mesmas já estivessem prontas os efeitos da estiagem seriam menos devastadores no Rio Grande do Sul. As obras iniciadas no governo Yeda Crusius beneficiarão os municípios de Dom Pedrito, Rosário do Sul, São Gabriel e Lavras do Sul e não tem prazo para serem finalizadas.

Com 80% das obras concluídas a barragem do Taquarembó está parada desde março porque o orçamento estourou. Já foram gastos 80 milhões, 25% acima do orçamento total. O secretário de Obras Luiz Carlos Busato, disse que a licitação foi feita apenas com o projeto básico, com medo de assinar um aditivo e cometer alguma irregularidade o secretário passou os últimos meses estudando uma saída com a ajuda da Procuradoria Geral do Estado e do Tribunal de Contas. O governo decidiu por reincidir com a Odebrecht e abrir uma nova licitação no começo desse ano, para concluir a obra da barragem e realizar as obras complementares, como a canalização e os pontos de fuga. Acredita-se que deverão ser gastos mais 80 milhões nessa obra.

A barragem do Jaguari está mais atrasada com apenas metade da obra realizada, mas ainda opera no limite dos 25% do aditivo contratual. Não há, no entanto, uma previsão segura de quando as duas obras estarão prontas para fornecerem água para a irrigação e o consumo.

A subchefe da Casa Civil Mari Perusso reconhece que a barragem do Taquarembó é uma obra fundamental para reduzir os prejuízos da estiagem. Ela que é designada para comandar a “Sala de Situação”, criada pelo governo para montar um plano de ação em casos de emergência. A sala reúne representantes de 19 órgãos, que atuam em quatro frentes: monitoramento e alteração das previsões climáticas, situações de emergência, abastecimento de água e setor primário.